sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Cú, a preferência nacional!



Não me julgue. Não me culpe. Mas gosto de comer cú. Sim, cú com acento, afinal cú que não tem acento não é um cú bem comido.

Pra mim, o cú é a parte do corpo da mulher que mais me saboreia. É anatômico, como um funil, pronto pra receber a trolha. É apertado e sujo como os melhores bares da boêmia.

E vale todo tipo de cú. Cú apertado. Cú frouxo. Cú peludo ou cú depilado com laser. Cú com pinta ou cú rosado. Cú com espinha ou cú lisinho como uma bundinha nenê. Cú gordo. Cú magro. Cú branco. Cú moreno. Cú marrom. Não importa a forma, mas o conteúdo importa até certo ponto.

Comer um cú é um vitória para o socador. É a linha de chegada da sacanagem. É o poder supremo do BBB. Comer o cú é ganhar um milhão enquanto o comido vai para o paredão.

E não me pergunte o porquê, porque senão vou comer o teu cú. O comedor de cú não pergunta. Ele vai logo entrando, ele é um penetra por natureza. Quem pergunta é porque quer ouvir um não. O comedor menos sábio diria que comer um cú é uma obra do acaso. Mas o estrategista do cú, já preparou o terreno, já posiciou na marca do penalty e ainda dá a paradinha para o goleiro cair de bunda. O preconceito social de um lado e o cú de outro.

Alguns são mais excêntricos que eu e preferem fazer algumas outras coisas, mas pra mim arrombar um cú já está bom. Quando como um cú levanto as mão pro céu e agradeço a Deus por ser um ser humano comedor. Pense bem, que outro animal, além do Homem-macho-Dourado come um cú?

Por isso, meu amigo socador, da próxima vez que ver uma piscada de bunda, fique grato, concentre-se e deixa a vida levar. Mas se ainda você não está confortável de contar aos quatro ventos que você é um comedor de cú, relaxe. Você ainda pode se abrir comigo!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

De amigo para amigo


Em agradecimento ao meu querido amigo que me fez este belo convite!

Amor passa um creminho em mim

































Pelo menos, não tem o peito caído.

A chupeta do Diabo

No dia dos pais não erre no presente


quarta-feira, 20 de maio de 2009

Mijada

Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a mensagem.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

A vovó é da galera

Igualzinha a Veroca, minha vó.

Já ganhou as ruas



...RonaLdo

Nasce um maloqueiro

Começa assim

Como o pão era feito nos anos 80

Tinha que meter uma calabresa ai...

Educação Sexual levada a sério

Mulher Maravilha pra macho é assim

Nosso Richard Clayderman

Quem falou que é só tocar um violãozinho que você come geral?



Se você não conhece o Richard Clayderman, tá perdendo tempo. Ele é HOT: http://www.clayderman.co.uk/

Vou mudar meu nome

By (fail blog)

Homenagem (atrasada) ao dia das mães

Depois o moleque cresce, vira um serial killer e mata 30 e a família ainda se pergunta o porquê...






Coelinhas da Playboi

Tenha bons sonhos...




terça-feira, 31 de março de 2009

Apenas com o fim de preservação da memória institucional da juventude, emprenho-me na magnânima tarefa de catalogar os mais criativos xingamentos contra a mães desse país, começando com o maior xingamento que os próprios políticos fazem para suas mães em Brasilia.

A lista não é para ofender ninguém. Mas você pode usar para ofender os outros, claro.

Se você tiver algum por ai, manda para gente:

SUA MÃE...

1. ... Carrega lata de pedra na cabeça.
2. ... Lava roupa no rio fumando charuto.
3. ... Tem o bico da teta cromado.
4. ... faz tererê na praça da república.
5. ... é um toco de amarrar jegue.
6. ... é caminhoneira.
...

domingo, 22 de março de 2009

Prorrogação na vara




* Inspirado na música Gol Anulado de Aldir Blanc e João Bosco


Rodolfo era Vascaíno roxo. Era casado com Maria da Penha e levava uma vida "papai e mamãe".

O homem só salpicava o salmão às quartas e aos domingos, após o jogo da cruz-maltina.

O casamento não andava lá essas coisas. Afinal, eram mais de três anos convivendo juntos e daquele feijão Rodolfo já havia comido até o caroço.

Isso até aquela final em 78, Vasco e Flamengo, com o escrete liderado pelo Zico.

Falta para o Mengão. Zico vai bater.

O casal sentado reza para que aquela bola passe por cima do Maracanã. Juiz apita. Zico bate e...

Maria da Penha grita: Gollllllllllllllll!!

Rodolfo está gelado. A traição era imperdoável, inaceitável, inacredtiável. Sentia-se um corno de chuteira.

- Porra, tinha que ser para o Flamengo?

Rodolfo tirou seu cinto e bateu sem pensar. A cada cintada Maria da Penha esperneava mais, como uma cabrita no cio.

Os gritos fininhos da moça eriçaram as entranhas de Rodolfo, como daquela primeira vez na ilha de Paquetá.

O zíper da calça de prega Colombo já estava totalmente arrombado, enquanto Maria da Penha ajoelhada perdia perdão pelo seu pecado.

Mas aquela virilidade de Rodolfo e o zíper aberto também emocionaram a moça.

Os dois logo se amaram ao lado da mesa de centro. Rodolfo melou deliciosamente o tapete de feltro logo após o apito do juiz.

Flamengo 1X0. O Vasco perdeu a taça Guanabara, mas o casal conseguiu levar o casamento para a prorrogação.

sábado, 21 de março de 2009

Pintolator

Como escrever um pornô

A mãe da Galera

Meninos...

fail owned pwned pictures
see more pwn and owned pictures

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

O Esperma de Ouro (Parte IV)

Seu Moacir, não se aguentou. A carne era de segunda mão, mas para aquele cachorro velho, aquelas coxa era banquete. Bixo acostumado com osso é foda.

O velho perdeu a linha, partiu para cima da parteira e num átimo de coragem, beijou como um casal velho se beija. O fogo pegou geral na copa! Dona Teresa mostrou ali seu lado fogoso que tentou um dia calar com suas orações.

Tirou sua dentura com certo esforço, colada com Super Corega e fez no Seu Moacir, fez um boquete.

- Que delícia de chupeta - disse Seu Moacir se desfazendo em gozos brancos.

Mesmo descarregando a mangueira, o velho queria mais. Queria copular. Pois, levantou as veste de Dona Teresa e se afundou naquele monte de carne mole. Teresa gritou como cabrita. O esperneio fez Moacir regojizar nas internas na da senhora.

Pelo barulho, o povo da repartição achou que aquilo era um suícidio coletivo da terceira idade, como naquelas seitas japonesas e partiram para ver o pior. Tudo para aparecer no Aqui e Agora do Gil Gomes. Mas o que viram só dava para aparecer no programa da Monique Evans.

Alguns se assustaram, outros vomitaram e o maconheiro do estagiário apenas disse:

- Tá ai, curti!

Depois de nove meses, Dona Teresa ganhou um rebento e uma foto no Guiness Book como a mulher mais velha do mundo grávida. Seu Moacir ganhou um pivete e o apelido de Esperma de Ouro.

sábado, 21 de julho de 2007

A Brochada (Pate III)

"Minha deusinha, minha menina, hoje você não me escapa", pensou Boanerges com sua cueca Mash apontando o mastro para a grutinha de Neide. A moça se impressionou com a atitude de seu chefe. Ajoelhou e rezou querendo acreditar que tudo não passava de uma sonho. E como diz o ditado...

A coisa pareceu esquentar dentro daquele escritório refrigerado. A moça apenas pensava que aquilo de alguma forma poderia ajudá-la subir na vida. Aliás, ela só pensava em subir na vida.


Tudo que Seu Boanerges queria era subir também. Mas algo estranho acontecia.

A mocinha ali, toda arreganhada vestindo apenas os saltos bico fino, via uma pane no controlador do vôo. Parecia que o avião não queria levantar asas. E não levantou.

Boanerges olhou-a com um sorrisinho amarelo e decretou "Isso nunca aconteceu comigo..." e a moça emendou:

- Nossa! Seu Boanerges, você é brocha!
- Brocha é o caralho, sua vagabunda. O pau não levantou. Só isso porra.
- Calma, chefe, deve ser estress. É melhor você ir num médico.
- Médico de cú é rola. Mete tuas roupa e vaza.

A moça vestiu sua calcinha e agradeceu por não ter sido deflorada em meio a repartição.

Na copa do escritório, Teresa, velha muxiba, está pintando as unhas do pé, quando entra Seu Moacir com as cartas que acabará de chegar.

O velho entra de supetão e ainda consegue ver um pedaço das coxa estriada da velha. Seus desejos subiram à cabeça e o velho até esqueceu da contusão do Obina, atacante do Mengão.

O velho lobo volta a sua boa forma.

- Dona Teresa, minha mulata bossa-nova, você ai pintando as unhas me deixa doido. Um dia eu é que vou pintar o sete com a senhora, com muito respeito é claro.
- Que isso Seu Moacir? Não respeita uma senhora de meia-idade, como eu?
- Respeito e como, Dona Teresa!
- Como???

quinta-feira, 12 de julho de 2007

As persianas (Parte II)

Olavinho chegou de supetão ...

Curto e grosso ... no alto de sua ignorância, 1 metro e 80 de músculos de academia e injeções de hormônio:

-“e ai meu coroa (disse chutando a porta de colocando-se comodamente com os pés na mesa, derrubando a brega placa dourada que dizia: Boanerges, e um porta retrato de foto preto e branco desbotada). Que cara de susto é essa?”

-“Cara de que Olavinho?” – disse Boanerges apressando-se a cobrir suas vergonhas com a primeira coisa que viu na frente, um tal formulário 0069.

-“de susto ... de medo, como meus adiversário no tatame quando eu apavoro (hahahaha)”.

-“Medo de que Olavinho ... veja se pode” – disfarçando suas mãos meladas de porra, agora nos bolsos.

-“Por que ta com a mão nos bolso ? alguma Cois ...” ...

-“Nada ... olavinho ... meu filho o que vc veio fazer aqui no meu escritório ? Eu tenho que trabalhar – disse Boanerges disfarçando a sua barraca ainda armada ...

-“Trabalhar ... hahaha – vim pegar uma grana .. é que eu to indo pra casa do Ricardinho em Maresias ... chamamos umas mulhérsinhas e tal ...”

-“ta bem, ta bem ... quanto ..?”

- Ah velho ... manda aí o de costume ...

- Ok, ok ... (apressado) ... pegue na minha carteira ...

Como de praxe Olavinho sacou da carteira do pai uma quantia maior que os salários de Dona Tereza e Seu Moacir juntos ... Nesse meio tempo (enquanto Boanerges tentava limpar uma poça de porra que caiu em seu sapato de couro) ... entra no escritório (deslumbrantemente) Neide ...

Barriga encolhida, peito estufado, equilibrando-se nos sapatos de salto alto baratos, jogando para os lados os cabelos que cheiravam a alisador.

-“seu Boanerges ... vim ver se o senhor precisava de alg ... Senhor Olavo ... ai ... vc esta por aqui...”

Olhando mais para o dinheiro do que para as carnes da moça, Olavinho disse:

-“Olha só ... Cleide ...”

-“é Neide ... meu nome é neide” – disse a moça com um tom de desapontamento.

-“Pois é Neide, vc engordou desde a ultima vez que nos vimos ou é impressão? ... Bom coroa, to vazando! Abraço”

E sem olhar mais para a pobre (que quase chorava após o comentário), Olavinho se foi.

Visivelmente triste Neide ia saindo da sala quando Boanerges disse:

“Você gosta do meu filho não, pequena?”

“Magina Sei Boaner ...”

“Gosta sim ... não é todo o dia que vc vem toda arrumada assim ... só nas sextas, dia de ele vir.”

“Seu Boaner ...”

“Não precisa ficar envergonhada ... “

“Gosto sim ... mas ele nunca vai me notar. Sou a secretaria sem graça do pai dele”.

De repente ... uma idéia mirabolante apareceu na Cabeça do velho Boanerges.

GRANDE BOA !!! “mas sabe Neide. Meu filho é burro, sabes ...

Mais burro e inútil que uma porta sem maçaneta. Faz o que eu mando percebes”

-“Sabe posso, persuadi-lo entendes? Posso ... direciona-lo”

Disse Boanerges se levantando ...

-“Co .. como Senhor?” Disse Neide Soluçando ...

Sem dizer nada mais, Boanerges passou pela frágil Neide comendo-a com os olhos, como a uma presa.

-“Neide ... (ZIP – fechando uma das persianas de sua sala) ... faço o que quiseres, e só (ZIP) vai depender (ZIP –a ultima persiana se fechou deixando a sala em uma meia luz e isolada do resto da repartição) de você minha querida”.

(ZAP – era um outro barulho ... agora de um zíper de braguilha)

sábado, 7 de julho de 2007

Boanerges, chefe de repartição e depravado (Parte I)

"Mais essa mulher me tira do sério", pensava Boanerges Silveira atrás de sua mesa na repartição. Numa sala só para ele, o chefe da sessão passava o dia inteiro pensando em vadiagens e em sua secretária - Neide, de 21 aninhos e seios roliços e fartos.

Boanerges adorava quando Neide entrava em sua sala e chamava o de "Seu Boanerges". Ele logo imaginava aquela delicinha em seu colo alisando sua barba úmida e ele com seu mastro igualmente úmido descendo a lasca na moreninha.

Neide, menina moça, de classe média baixa respeitava o seu patrão e via nele um bom chefe. Algumas vezes, meio safado, mas ela curtia aquele desejo. Era burra coitada e sabia que para subir na vida teria que fazer subir o pintinho de muito macho por aí.

Como o do Olavo Silveira, ou Olavinho, filho de Seu Boanerges.

Jiu-jiteiro, Olavinho cumia geral. Virou mexeu ele sempre dava passada no serviço do pai para pegar uma grana antes de cair na vadiagem e na bebedeira.

"Toda essa porra é uma indescência moral", dizia Teresa da Graça, copeira da Repartição.

Essa era uma velha muxiba. Peito muxiba e gasto. Passou na mão de muito macho até sacar que o que dava tesão as missa de sábado. Tornou-se uma devóta de São Cipriano. Mas nunca deixou a superstição de lado. Lá na sua terra era a conhecida como a "Véia que Tira Quebranto".

O único que desejava D. Teresa era o porteiro da repartição, Seu Moacir.

O velho, na verdade, amava mesmo o Flamengo. Mas achava que ainda dava para colocar sua jeba para funcionar e ter ainda uns rebento com D. Teresa. Seu Moacir também queria conforto, um café bem passado e um chamego na sua cama morna à noite.

Era começo de tarde na repartição.

Boanerges tinha acabado de voltar do almoço com a barriga cheia de Feijoada. Peidava que doía o cú. E naquele ar gelado da Eletrolux só aquele porra que aguentava ficar naquele cubículo. Outra coisa gelada naquela sala era o Whisky nacional que acompanhava o chefe - um beberrão.

Neide tinha acabado de voltar do salão de beleza. Tinha depilado as canela e feito as unha com a cor da moda - vermelho terreiro. A manicure disse que era a última moda nas Oropa. Na verdade, mais parecia unha de puta.

Neide queria impressionar aquele malandro do Olavinho que daqui a pouco estaria por lá para arrecadar fundos. E depois investir fundo. Sempre.

Quando Boanerges viu sua secretária pelos vidros da sala, não aguentou e cascou a pulha ali mesmo. Sacou seu mastro duro e quente, vibrando pela xaninha da moça e se esbanjou em pensamento.

Mal havia ejaculado, ainda com a mão suja, entrou seu filho, Olavinho. Fedelho filho da puta.

Continua...